Os Protocolos dos Sábios de Sião
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CAPÍTULO I
Resumo.- O direito reside na força. A liberdade é uma idéia. O liberalismo. O ouro. A fé. A autonomia. O despotismo do capital. O inimigo interno. A multidão. A anarquia. A política e a moral. O direito do mais forte. O poder judaico-maçônico é invencível. O fim justifica os meios. A multidão é cega. O alfabeto político. As discórdias dos partidos. A forma de governo que melhor conduz ao nosso fim é a aristocracia. As bebidas alcoólicas. O classicismo. A devassidão. O princípio e as regras do governo Judaico e franco-maçon. O terror. Liberdade. Igualdade. Fraternidade. O princípio do governo dinástico. A destruição dos privilégios da aristocracia dos cristãos. Cálculo psicológico. Abstração da liberdade. Removibilidade dos representantes do povo
Quem conteve as feras chamadas homens? Quem os guiou
até agora? No princípio da ordem social, submeteram-se à força bruta e cega, e
mais tarde, à lei, que é essa força mascarada. Concluo, pois, de acordo com a
lei da natureza, que o direito reside na força (1).
A liberdade política é uma idéia e não uma realidade. É preciso saber aplicar
essa idéia, quando for necessário atrair as massas populares ao seu partido com
a isca duma idéia , se esse partido formou o desígnio de esmagar o partido que
se acha no poder (nota: ex.: Rev. Francesa). Esse problema torna-se fácil, se o
adversário recebeu esse poder da idéia de liberdade, do que se chama
liberalismo, e sacrifica um pouco de sua força a essa idéia. E eis onde
aparecerá o triunfo de nossa teoria: as rédeas frouxas do poder serão logo
tomadas, em virtude da lei da natureza, por outras mãos porque a força cega do
povo não pode ficar um dia só sem guia, e o novo poder não faz mais do que
tomar o lugar do antigo enfraquecido pelo liberalismo.
Nos dias que correm, o poder do ouro substituiu o poder dos governos liberais.
Houve tempo em que a fé governou. A liberdade é irrealizável , porque ninguém
sabe usar dela dentro de justa medida. Basta deixar algum tempo o povo
governar-se a si mesmo para que logo essa autonomia se transforme em licença.
Então, surgem dissensões que em breve se transformam em batalhas sociais, nas
quais os Estados se consomem e em que sua grandeza se reduz a cinzas.
Se o Estado se esgota nas suas próprias convulsões ou se suas comoções
intestinas o põem a mercê dos inimigos externos, pode ser considerado
irremediavelmente perdido; caiu em nosso poder. O despotismo do capital,
intacto entre nossas mãos, aparece-lhe como uma tábua de salvação, à qual,
queira ou não queira, tem de se agarrar para não ir ao fundo.
Aquele cuja alma liberal quiser considerar esses raciocínios como imorais,
perguntarei: se todo Estado tem dois inimigos, e se lhe é permitido, sem a
menor pecha de imoralidade, empregar contra o inimigo externo todos os meios de
luta, como, por exemplo, não lhe dar a conhecer seus planos de ataque ou
defesa, surpreendê-lo à noite ou com forças superiores, porque essas mesmas
medidas, usadas contra um inimigo pior, que arruinaria a ordem social e a
propriedade, seriam ilícitas e imorais?
Um espírito equilibrado poderá esperar guiar com êxito as multidões por meio de
exortações sensatas e pela persuasão, quando o campo está aberto à contradição,
mesmo desarrazoada, mas que parece sedutora ao povo, que tudo compreende
superficialmente? Os homens, quer sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente
por suas paixões mesquinhas, suas superstições, seus costumes, suas tradições e
teorias sentimentais: são escravos da divisão dos partidos que se opõem a
qualquer harmonia razoável. Toda decisão da multidão depende duma maioria
ocasional ou, pelo menos, superficial; na sua ignorância dos segredos
políticos, a multidão toma resoluções absurdas ; e uma espécie de anarquia
arruína o governo. A política nada tem de comum com a moral. O governo que se
deixa guiar pela moral não é político, e portanto, seu poder é frágil. Aquele
que quer reinar deve recorrer à astúcia e à hipocrisia. As grandes qualidades
populares - franqueza e honestidade - são vícios na política, porque derrubam
mais os reis dos tronos do que o mais poderoso inimigo. Essas qualidades devem
ser os atributos dos reinos cristãos e não nos devemos deixar absolutamente
guiar por elas.
Nosso fim é possuir a força. A palavra "direito" é uma idéia abstrata
que nada justifica. Essa palavra significa simplesmente isto: "Dai-me o
que eu quero, a fim de que eu possa provar que sou mais forte do que vós".
Onde começa o direito, onde acaba?
Num Estado em que o poder está mal organizado, em que as leis e o governo se
tornam impessoais por causa dos inúmeros direitos que o liberalismo criou, veio
um novo direito, o de me lançar, de acordo com a lei do mais forte, contra
todas as regras e ordens estabelecidas, derrubando-as; o de por a mão nas leis,
remodelando as instituições e tornando-me senhor daqueles que abandonaram os
direitos que lhes dava a sua força, renunciando a eles voluntariamente,
liberalmente...
Em virtude da atual fragilidade de todos os
poderes, nosso poder será mais duradouro do que qualquer outro, porque será
invencível até o momento em que estiver tão enraizado que nenhuma astúcia o
poderá destruir...
Do mal passageiro que ora somos obrigados a fazer nascerá o bem dum governo
inabalável, que restabelecerá a marcha regular do mecanismo das existências
nacionais perturbadas pelo liberalismo. O resultado justifica os meios.
Prestamos atenção aos nossos projetos, menos quanto ao bom e ao moral do que
quanto ao útil e ao necessário.
Temos diante de nós um plano, no qual está exposto estrategicamente a linha de que não nos podemos afastar sem correr o risco de ver destruído o trabalho de muitos séculos.
Para achar os meios que levam a esse fim, é
preciso ter em conta a covardia, a instabilidade, a inconstância da multidão,
sua incapacidade em compreender e discernir as condições de sua própria vida e
de sua prosperidade. É necessário compreender que a força da multidão é cega,
insensata, sem raciocínio, indo para a direita ou para a esquerda (2). Um cego
não pode guiar outro cego sem levá-lo ao precipício ; do mesmo modo, os membros
da multidão, saídos do povo,- embora dotados de espírito genial, por nada
entenderem de política não podem pretender guiá-la sem perder a nação.
Somente um indivíduo preparado desde a meninice para a autocracia é capaz de
conhecer a linguagem e a realidade políticas. Um povo entregue a si próprio,
isto é, aos ambiciosos do seu meio, arruína-se na discórdia dos partidos,
excitados pela sede do poder, e nas desordens resultantes dessa discórdia. É
possível às massas populares raciocinar tranqüilamente, sem rivalidades
intestinas, dirigir os negócios de um país que não podem ser confundidos com os
interesses pessoais? Poderão defender-se dos inimigos externos? É impossível.
Um plano, dividido por tantas cabeças quantas há na multidão, perde sua
unidade, tornando-se ininteligível e irrealizável.
Somente um autocrata pode elaborar planos vastos e claros, pondo cada cousa em
seu lugar no mecanismo da estrutura governamental. Concluamos, pois, que um
governo útil ao país e capaz de atingir o fim a que se propõe, deve ser
entregue às mãos dum só indivíduo responsável. Sem o despotismo absoluto, a
civilização não pode existir ; ela não é obra das massas, mas de seu guia, seja
qual for (3). A multidão é um bárbaro que mostra sua barbárie em todas as
ocasiões. Logo que a multidão se apodera da liberdade, transforma-a em
anarquia, que é o mais alto grau de barbárie.
Vede esses animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, a quem o direito de beber sem limites foi dado ao mesmo tempo que a liberdade. Não podemos permitir que os nossos se degradem a esse ponto... Os povos cristãos estão sendo embrutecidos pelas bebidas alcoólicas ; sua juventude está embrutecida pelos estudos clássicos e pela devassidão precoce a que a impelem nossos agentes, professores, criados, governantes de casas ricas, caixeiros, mulheres públicas nos lugares onde os cristãos se divertem. (4). No número das últimas, incluo também as mulheres de boa vontade a devassidão e o luxo das perdidas.
Nossa palavra de ordem é: Força e Hipocrisia. Somente a força pode triunfar na política, sobretudo se estiver escondida nos talentos necessários aos homens de Estado. A violência deve ser um princípio ; a astúcia e a hipocrisia, uma regra para os governos que não queiram entregar sua coroa aos agentes de uma nova força. Esse mal é o único meio de chegar ao fim, o bem. Por isso não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacada e da traição, todas as vezes que possam servir as nossas finalidades. Em política, é preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder. Nessa conquista pacífica, nosso Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra pelas condenações à morte, menos visíveis e mais proveitosas para conservar o terror (5) que obriga os povos a obedecerem cegamente. Uma severidade justa, mas inflexível, é o maior fator da força dum Estado ; não é somente nossa vantagem, porém nosso dever, para obter a vitória, seguir esse programa de violência e hipocrisia. Semelhante doutrina, baseada no cálculo, é tão eficaz quanto os meios que emprega. Não só por esses meios, mas também por essa doutrina de severidade, nós triunfaremos e escravizaremos todos os governos ao nosso supremo governo (6). Bastará que se saiba que somos inflexíveis para que cesse toda insubordinação.
Fomos nós os primeiros que, já na antigüidade (7), lançamos ao povo as palavras "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" (8), palavras repetidas tantas vezes pelos papagaios inconscientes que, atraídos de toda a parte por essa isca, dela somente tem usado para destruir a prosperidade do mundo, a verdadeira liberdade individual, outrora tão bem garantida dos constrangimentos da multidão. Homens que se julgavam inteligentes não souberam desvendar o sentido oculto dessas palavras, não viram que se contradizem, não repararam que não há igualdade na natureza, (9), que nela não pode haver liberdade, que a própria natureza estabeleceu a desigualdade dos espíritos, dos caracteres e das inteligências, tão fortemente submetidos às suas leis ; esses homens não sentiram que a multidão é uma força cega ; que os ambiciosos que elege são tão cegos em política quanto ela ; que o iniciado, por mais tolo que seja, pode governar, enquanto que a multidão dos não-iniciados, embora cheia de gênio, nada entende da política. Todas essas considerações não abrolharam no espírito dos cristãos ; entretanto, é nisso que repousa o princípio dinástico dos governos ; o pai transmite ao filho os segredos da política, desconhecidos fora dos membros da família reinante, a fim de que ninguém os possa trair. Mais tarde, o sentido da transmissão hereditária dos verdadeiros princípios da política se perdeu. O êxito de nossa obra aumentou.
Todavia, no mundo, as palavras Liberdade,
Igualdade, Fraternidade puseram em nossas fileiras, por intermédio de nossos
agentes cegos, legiões inteiras de homens que arvoraram com entusiasmo nossos
estandartes. Contudo, tais palavras eram os vermes que roíam a prosperidade dos
não-judeus, destruindo por toda a parte a paz, a tranqüilidade, a
solidariedade, minando todos os alicerces de seus Estados. Vereis pelo que se
segue como isso serviu ao nosso triunfo ; isso nos deu, entre outras cousas, a
possibilidade de obter o triunfo mais importante, isto é, a abolição dos
privilégios, a própria essência da aristocracia dos cristãos, o único meio de
defesa que tinham contra nós os povos e as nações. (10). Sobre as ruínas da
aristocracia natural e hereditária, elevamos nossa aristocracia da inteligência
e das finanças. Tomamos por critério dessa nova aristocracia a riqueza, que
depende de nós, e a ciência, que é dirigida por nossos sábios.
Nosso triunfo foi ainda facilitado pelo fato de, nas nossas relações com os
homens de quem precisamos, sabermos tocar as cordas mais sensíveis da alma
humana : o cálculo, a avidez, a insaciabilidade dos bens materiais, todas essas
fraquezas humanas, cada qual capaz de abafar o espírito de iniciativa, pondo a
vontade dos homens à disposição de quem compra sua atividade.
A idéia abstrata da liberdade deu a possibilidade de persuadir ás multidões que
um governo não passa de gerente do proprietário do país, que é o povo,
podendo-se mudá-lo como se muda de camisa.
A removibilidade dos representantes do povo coloca-os à nossa disposição ; eles
dependem de nossa escolha.
Notas e comentários
(1) é o conceito judaico do direito naturalista de Espinoza. A conferir com a
famosa declaração, em discurso, de Stalin: "Nós, os comunistas, não
reconhecemos nenhuma lei moral que de qualquer modo prejudique a liberdade de
ação do plano central da revolução".
Esta declaração dos "Protocolos", de que o direito reside na força,
está de acordo com o Talmud, que, segundo as palavras do Prof. Cohen, em abril
de 1833, citadas às páginas 62 e 63 do "Lichststrahlen am den
Talmud", ("raios de luz do Talmud"),
de Dinter, "deve ser considerado, ainda hoje, como a única fonte da moral
judaica" e como "a fonte judaica das leis judaicas". O escritor
judeu Kadmi Cohen, com efeito, no seu livro "Nômades", págs. 52-53,
diz que " o direito talmúdico nega o fato e exalta a vontade". Cita o
próprio texto talmúdico que completa o conceito de residir o direito na força: Ein
davar havened Bifnei haraçon, o que quer dizer: Nada pode resistir à
vontade. Em contraposição, o direito romano-cristão se baseia em três
preceitos morais: Honeste vivere, viver honestamente; neminem laedere,
não lesar a ninguém; e suum cuique tribuere, dar o seu ao seu dono. A
diferença é substancial e evidente.
(2)Cf. René Guénon, "La crise du monde moderne", edição Bossard, Paris, 1927, pág. 185 : "A massa, sem dúvida, foi sempre conduzida deste ou daquele modo, podendo-se concluir, porque ela não passa dum elemento passivo, que é uma matéria no sentido aristotélico".
(3)Cf. E. Eberlin, escritor judeu, no "Les Juifs d'Aujourd'hui", edição Rider, Paris, 1927, pág. 41: "A alta burguesia judaica pretende impor seus pontos de vista, aonde possa, à massa popular". (Eles mesmo admitindo...)
(4) O tráfico das brancas e dos entorpecentes (já na época), a prostituição em larga escala, devidamente industrializada (já na época), é obra reconhecidamente judaica. Há uma sociedade internacional denominada "Zwig Migdal", que explora esse rendoso negócio e contra a qual têm sido impotentes as polícias dos Estados Modernos, corrompidos ou judaizados e liberais. Ver a documentação reveladora em Julio Alsogaray, "La prostitutión en Argentine", ed Denoel et Steele, Paris.
(5) O papa Bento XV compreendeu isso admiravelmente e preveniu a cristandade em sua epístola Motu Proprio: "Eis que amadurece a idéia e que a todos os piores fatores de desordem ardentemente se devotam e da qual esperam a realização, o advento duma República Universal, baseada nos princípios da igualdade absoluta dos homens e na comunhão dos bens, da qual seja banida qualquer distinção de nacionalidades e que não reconheça nem a autoridade do pai sobre os filhos, nem a do poder público sobre os cidadãos, nem a de Deus sobre a sociedade humana. Postas em prática, tais teorias devem desencadear um regime de inaudito terror"....
(6) A República Universal, sem autoridade, isto é, com a violência no lugar da autoridade, a que aludiu Bento XV.
(7)Cf. Kadmi-Cohen,"Nômades", pág. 72: "Assim, nos corações semitas, para falar como Ibn Kaldun, floresciam como realidades vivas a Liberdade e a Igualdade, esses dois princípios gêmeos que, depois não passaram de letras maiúsculas inscritas nos preâmbulos das constituições e na fachada dos edifícios públicos".
(8) Cf. Bernard Lazare, "L'Antisemitisme", vol II, págs 175-176: "...os judeus acreditaram, não somente que a justiça, a liberdade e a igualdade podiam ser soberanas do mundo, mas se julgaram com a missão especial de trabalhar para esse reino. Todos os desejos, todas as esperanças que estas três idéias faziam nascer acabaram por se cristalizar em torno duma idéia central: a dos tempos messiânicos."
(9) Ver René Guénon, "Orient et Ocident", pág. 64: "O preconceito quimérico da igualdade vai de encontro aos fatos mais bem estabelecidos na ordem intelectual como na ordem física: é a negação de toda a hierarquia natural e o rebaixamento de todo o reconhecimento ao entendimento limitado do vulgo".
(10) Um autor judeu reconhece isso, Jack London, quando escreve à página 206 do "Le Peuple de L'Abime": "Os grandes senhores feudais de antanho, gigantes louros da história, marchavam à frente nas batalhas. Sacrificavam sua pessoa, lutando duramente para ganhar suas esporas de ouro, fendendo os inimigos ao meio. Havia mais nobreza em manejar a espada de gume de aço do que em enriquecer, como hoje, comodamente sem risco, à custa do embrutecimento humano e da exploração feroz dos párias da vida".
Resumo. - As guerras econômicas são a base da supremacia judaica. A administração visível e os "Conselheiros Secretos". O êxito das doutrinas destruidoras. A assimilação na política. O papel da imprensa.O preço do ouro e o valor das vítimas judaicas
Os administradores, escolhidos por nós no povo, em razão de suas aptidões servis, não serão indivíduos preparados para a administração do país.Assim, facilmente se tornarão peões de nosso jogo, nas mãos de nossos sábios e geniais conselheiros, de nossos especialistas, educados desde a infância para administrar os negócios do mundo inteiro (3). Sabeis que nossos especialistas reuniram as informações necessárias para administrar segundo nossos planos, tirando-as das experiências da história e do estudo de todos os acontecimentos notáveis.
Os cristãos(4) não se guiam pela prática de observações imparciais tiradas da história, mas pela rotina teórica, incapaz de atingir qualquer resultado real. Por isso, não devemos contar com eles ; que se divirtam ainda durante algum tempo, vivendo de esperanças ou de novas diversões, ou ainda da saudade dos divertimentos que tiveram. Deixemo-los acreditar na importância das leis científicas que lhes inculcamos - meras teorias. É com esse fim que constantemente aumentamos por intermédio de nossa imprensa sua confiança cega nessas leis. A classe intelectual dos cristãos ficará cheia de orgulho com esses conhecimentos, e sem os examinar logicamente, porá em ação todos os dados dessa ciência reunidos pelos nossos agentes para guiar seu espírito pelo rumo que precisamos.
Não julgueis nossas afirmações sem base ; reparai
no êxito que soubemos criar para o Darwinismo, o Marxismo, o Nietzchismo. Pelo
menos para nós, a influência deletéria dessas tendências deve ser evidente (5).
Temos necessidade de contar com as idéias, os caracteres, as tendências
modernas dos povos para não cometermos erros na política e na administração dos
negócios. Nosso sistema, cujas partes podem ser expostas diferentemente segundo
os povos que encontremos em nosso caminho, somente pode dar resultado se
sua aplicação for baseada nos resultados do passado confrontados com o
presente.
Os Estados modernos possuem uma grande força criadora : a imprensa. O papel da imprensa consiste em indicar as reclamações que se dizem indispensáveis, dando a conhecer as reclamações do povo, criando descontentes e sendo seu órgão.
A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os Estados não souberam utilizar essa força e ela caiu em nossas mãos(6). Por ela, obtivemos influência, ficando ocultos; graças a ela, ajuntamos o ouro em nossas mãos, a despeito das torrentes de sangue e de lágrimas que nos custou conseguí-lo... Resgatamos isso, sacrificando muitos dos nossos. Cada uma de nossas vítimas, diante de Deus, vale milhares de cristãos.
Notas e comentários
(1) Discurso do maçom Corneau, grau 33, presidente do Conselho da Ordem do
Grande Oriente na França, na sessão de 28 de junho de 1917, do Congresso
Maçônico em Paris : "A guerra se transformou em formidável luta das democracias
organizadas contra as potências militares e despóticas." No mesmo
discurso, afirmou que a guerra não passava de simples etapa da Revolução
Social. A confissão de que a guerra é desencadeada pelas forças ocultas
mediante um plano de ação desconhecido se encontra no mesmo Congresso Maçônico,
no discurso do maçom Lebey, Secretário da Ordem: "De Waterloo a Sedan, de
Sedan ao Marne, de Lafayette a Washington e de Washington ao Presidente Wilson
e ao Marechal Joffre, uma lógica obscura parece levar o mundo a um fim
ignorado. " (note de quem parte tais declarações). V. Valéry-Radot ,
"Les temps de la colère" , e Leon de Poncins, "La dictadure des
puissances occultes", edição Beauchesne, Paris , 1934, págs 196-197.
(2) Essa supremacia está confirmada pelo judeu Bernard Lazare, no seu livro "L'Antisemitisme", vol. II, pág. 253, com estas palavras : "Constituídos num corpo solidário, os judeus abrem facilmente caminho na sociedade atual, relaxada e desunida. Se os milhões de cristãos que os rodeiam praticassem o apoio mútuo em lugar da luta egoísta, a influência do judeu seria logo esmagada; mas não o praticam e o judeu deve, senão dominar, como dizem os anti-semitas, ter o máximo das vantagens sociais e exercer essa espécie de supremacia contra a qual o anti-semitismo protesta, sem a poder abolir, porque ela depende não só da classe burguesa judaica, mas da classe burguesa cristã."
(3)H.de Balzac, "Les illusions perdues", tomo III: "Há duas histórias, a oficial, mentirosa, e a secreta, em que estão as verdadeiras causas dos acontecimentos". É por essa razão que René Guénon diz o seguinte à pág 25 de "Orient et Occident": "A verdadeira história pode ser perigosa para certos interesses políticos".
(4) Empregamos a palavra cristão e cristãos todas
as vezes que encontramos no texto dos protocolos os termos judaicos
"goy" e " goiym".
Segundo o erudito Saint-Yves d'Alveydre, no "L'Archéometre", assim os
hebreus designam "O povo inorgânico privado de organização direta em
proveito dum Estado político que lhe imponham letrados parasitários".
Esse significado quadra admiravelmente bem com o pensamento dos
"Protocolos".
(5) René Guénon observou e estudou admiravelmente esta questão da ciência que nos é imposta de acordo com os "Protocolos". Consultar "Orient et Occident", pág.20 :"Negando ou ignorando todo conhecimento puro ou supra-racional, a ciência abriu caminho que devia levar logicamente, dum lado, ao positivismo e ao agnosticismo, que produzem a mais estreita limitação da inteligência e seu objeto: do outro, a todas as teorias sentimentalistas e voluntariosas que se esforçam em criar no infra-racional o que a razão não lhes pode dar." Idem, pág.65: "A meia ciência assim adquirida, (pela vulgarização), é mais nefasta do que a ignorância pura e simples, pois mais vale nada saber do que estar com o espírito abarrotado de idéias falsas..."
(6) O domínio do judaísmo na imprensa, nas agências de informação, de publicidade e distribuição de livros e jornais é notória.
CAPÍTULO
III
Resumo - A serpente simbólica e sua significação. Instabilidade do equilíbrio constitucional. O terror nos palácios. poder e a ambição. As máquinas de falar dos parlamentos, os panfletos. Os abusos do poder. A escravidão econômica. "A verdade do povo". Os açambarcadores e a aristocracia. O exército dos franco-maçons judeus. A degenerescência dos cristãos. A fome e o direito do capital. A vinda e a coroação do "Senhor Universal".
O objeto fundamental do programa das futuras escolas populares dos franco-maçons. O segredo da ciência da ordem social. Crise econômica geral. Segurança dos "nossos". O despotismo dos franco-maçons é o reinado da razão. Perda dum guia. A franco-maçonaria e a "grande" revolução francesa. O rei déspota é do sangue de Sião. Causas da invulnerabilidade da franco-maçonaria. A Liberdade.
POSSO hoje anunciar-vos que estamos perto do fim. Ainda um pouco de caminho
e o círculo da Serpente Simbólica, que representa nosso povo, será encerrado.
Quando esse círculo se encerrar, todos os Estados estarão dentro dele,
fortemente emoldurados. O equilíbrio constitucional será em breve destruído,
porque o temos falseado, a fim de que não cesse de inclinar-se para um lado e
outro até gastar-se completamente (1). Os cristãos julgavam ter construído bem
solidamente esse equilíbrio e esperavam que os pratos da balança continuassem
no mesmo nível. Mas, infelizmente para os cristãos, as pessoas reinantes são
rodeadas por seus prepostos, que fazem tolices e se deixam levar pelo seu poder
sem controle e sem responsabilidade. Devem esse poder ao terror que reina nos
palácios. As pessoas reinantes, não tendo mais contacto com seu povo, nada
podem concertar com ele, fortalecendo-se contra os indivíduos que aspiram ao
poder. A força clarividente das pessoas reinantes e a força cega do povo,
divididas por nós, perderam sua importância ; separadas, são tão cegas como um
cego sem o seu bordão (2)
Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos umas às outras todas as
forças, desenvolvendo todas as suas tendências liberais para a independência...
Encorajamos para esse fim todas as tendências, armamos todos os partidos e
fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em
arenas onde reinam os distúrbios... Dentro de pouco tempo, as desordens e
bancarrotas surgirão por toda a parte (3).
Os falastrões inesgotáveis transformaram as sessões dos parlamentos e as
reuniões administrativas em prélios oratórios. Jornalistas audaciosos e
panfletários cínicos atacam diariamente o pessoal administrativo. Os abusos do
poder, finalmente, prepararão a queda de todas as instituições, e tudo será
destruído pela multidão enlouquecida.
Os povos estão mais escravizados ao trabalho pesado do que no tempo da servidão
e da escravidão. É possível livrar-se de um modo ou de outro da escravidão e da
servidão. É possível compactuar com ambas. Mas é impossível livrar-se da
miséria. Os direitos que inscrevemos nas constituições são fictícios para as
massas ; não são reais. Todos esses pretensos ""direitos do
povo" somente podem existir no espírito e são para sempre irrealizáveis.
Que vale para o proletário curvado sobre seu trabalho, esmagado pela sua triste
sorte, o direito dado aos falastrões de falar, ou o direito concedido aos
jornalistas de escrever toda espécie de absurdos misturados com cousas sérias,
desde que o proletariado não tira das constituições outras vantagens senão as
miseráveis migalhas que lhe lançamos de nossa mesa em troca dum sufrágio
favorável às nossas prescrições, aos nossos prepostos e aos nossos agentes?
Para o pobre diabo, os direitos republicanos são uma ironia amarga: a
necessidade dum trabalho quase cotidiano não lhe permite gozá-los ; em
compensação, tiram-lhe a garantia dum ganho constante e certo, pondo-o na
dependência das greves, dos patrões e dos camaradas.
Sob a nossa direção, o povo destruiu a aristocracia, que era sua protetora e
sua ama de leite natural, porque seu interesse era inseparável do interesse do
povo. Agora que a aristocracia foi destruída, ele caiu sob o jugo dos
açambarcadores, dos velhacos enriquecidos, que o oprimem de modo impiedoso.
Nós aparecemos ao operário como os libertadores desse jugo, quando lhe
propusermos entrar nas fileiras do exército de socialistas (4) , anarquistas e
comunistas que sempre sustentamos sob o pretexto de solidariedade entre os
membros de nossa franco-maçonaria social. A aristocracia, que gozava de pleno
direito do trabalho dos operários, tinha interesse em que os trabalhadores
estivessem fartos, fossem sadios e fortes. Nosso interesse, ao contrário, é que
os cristãos degenerem. Nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do
operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique
sem poder, força e energia de se opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos
sobre o operário do que a aristocracia recebia do poder real e legal.
Pela miséria e o ódio invejoso que dela resulta, manobramos as multidões e nos
servimos de suas mãos para esmagar os que se oponham aos nossos desígnios.
Quando chegar a hora de ser coroado nosso soberano universal, essas mesmas mãos
varrerão todos os obstáculos que se lhe anteponham.
Os cristãos perderam o hábito de pensar fora de nossos conselhos científicos.
Por isso, não enxergam a necessidade urgente de fazer o que nós faremos, quando
chegar o nosso reinado, isto é, ensinar nas escolas primárias a primeira de
todas as ciências, a única verdadeira das ciências da ordem social, da vida
humana, da existência social, que exige a divisão do trabalho, e por
conseguinte, a divisão dos homens em classes e condições (5).
É preciso que cada um saiba que não pode existir igualdade em virtude das
diversas atividades a que cada qual é destinado ; que todos não podem ser
igualmente responsáveis perante a lei ; que, por exemplo, a responsabilidade
não é a mesma naquele que, pelos seus atos, compromete toda uma classe, e
naquele que somente atinge a sua honra. A verdadeira ciência da ordem social,
em cujo segredo não admitimos os cristãos, mostraria a todos que o lugar e o
trabalho de cada um devem ser diferentes, para que não haja uma fonte de
tormentos em conseqüência da falta de correspondência entre a educação e o
trabalho. Estudando essa ciência, os povos obedecerão de boa vontade aos
poderes e à ordem social estabelecida por eles no Estado. Ao contrário, no
estado atual da ciência, tal qual a fizemos, o povo, acreditando cegamente na
palavra impressa, em conseqüência dos erros insinuados à sua ignorância, é
inimigo de todas as condições que julga acima dele, porque não compreende a
importância de cada condição.
Essa inimizade aumentará ainda em virtude da crise econômica que acabará por
parar as operações da Bolsa e a marcha da indústria.
Quando criarmos, graças aos meios ocultos de que dispomos por causa do ouro,
que se acha totalmente em nossas mãos, uma crise econômica geral, lançaremos à
rua multidões de operários, simultaneamente, em todos os países da Europa. (6)
Essas multidões por-se-ão com voluptuosidade a derramar o sangue daqueles que
invejam desde a infância na simplicidade de sua ignorância e cujos bens poderão
então saquear (7)
Elas não tocarão nos nossos, porque conheceremos de antemão o momento do ataque
e tomaremos medidas acauteladoras. (8)
Afirmamos que o progresso submeteria todos os cristãos ao reinado da razão.
Será esse o nosso despotismo, que saberá acalmar todas as agitações com justas
severidades, extirpando o liberalismo de todas as instituições.
Quando o povo viu que lhe faziam tantas concessões e complacências em nome da
liberdade, julgou que era amo e senhor, e se lançou sobre o poder ; porém,
naturalmente, foi de encontro, como um cego, a muitos obstáculos ; pôs-se a
procurar um guia, não teve a idéia de voltar ao antigo e depôs todos os poderes
aos nossos pés. Lembrai-vos da revolução francesa, a que demos o nome de
"grande" ; os segredos de sua preparação nos são bem conhecidos,
porque ela foi totalmente a obra de nossas mãos (9).
Desde então, levamos o povo de decepção em decepção, a fim de que renuncie
mesmo a nós, em proveito do rei-déspota do sangue de Sião, que preparamos para
o mundo (10).
Notas e comentários
(1) Esse equilíbrio é a famosa Harmonia dos poderes, tão ao agrado dos
constitucionalistas modernos. O poder, que é um só, foi dividido em três, e às
vezes, em quatro: judiciário,legislativo, executivo e moderador. Na luta pela
imposição da ordem, ou dos interesses, fatal e naturalmente um deles se
hipertrofia e se sobreleva os outros. Daí a situação falsa que se cria nos
Estados, não correspondendo a realidade governamental nunca ao que teoricamente
a constituição preceitua.
(2) Eberlin, escritor judeu, "Les Juifs", pág.191 : "Os judeus estão em toda a parte. Não passam de 1% da população terrestre, e todavia, são os iniciados e os primeiros adeptos de qualquer obra política, econômica e social".
(3) É preciso não esquecer - declara o imparcialíssimo G. Batault em "Le problème Juif", págs. 55-56, "que a história da civilização há dois mil anos é dominada por uma luta sem tréguas, com diversas alternativas e reveses, entre o espírito judaico e o espírito greco-romano".
(4) E. de Leveleye, "Le socialisme contemporain", Paris, 1902, pág. 49, nota: "Os israelitas foram quase por toda a parte os iniciadores ou os propagadores do socialismo". A mesma opinião se encontra em Michels, "Les partis politiques", Paris, 1914, pág. 180: "O movimento socialista contemporâneo, apesar de seu rótulo, de suas pretensões científicas e de sua fraseologia tomada de empréstimo aos costumes e ao gosto do tempo, deve ser considerado, do ponto de vista ideológico, como uma espécie de movimento messiânico, porque está todo imbuído de concepções judaicas, todo penetrado de espírito israelita e nele os judeus exercem tão grande papel que se pode dizer preponderante."
(5) Porque os movimentos nacionalistas e corporativistas ensinam isso, os judeus e seus sócios de empreitada, judaizantes, judaizados e altos maçons os odeiam de morte
(6) A realização dessa profecia documenta a veracidade dos "Protocolos". Com efeito, segundo os cálculos fidedignos de F. Fried em "La fin du capitalisme", havia, no mundo em 1931, vinte e dois milhões de desempregados!!!(**lembrando a população mundial da época, nos países industrializados**) O resultado foram as chamadas "marchas da fome" por toda a parte...
(7) Confira-se o que se passou na Itália, antes
de Mussolini; na Alemanha, antes de Hitler; na Inglaterra, na França, na
Áustria, na Espanha, nos Estados Unidos. Compare-se com as várias marchas da
fome em diversos países. Será possível negar a evidência do plano revelado
dezenas de anos antes?
(** o mesmo vale para os dias atuais. Confira a realização exata do plano nos
dias atuais, um século depois.Como poderiam 2 obscuros agentes da polícia
secreta Czarista prever com precisão absoluta um século? Como os judeus podem
negar o livro se eles cumprem exatamente todas as ações descritas nele???E
sempre mantendo a mesma direção??Como negar um FLAGRANTE?**)
(8) Confira-se com as medidas acauteladoras dos bens dos Rothschild durante os incêndios e saques da Comuna de Paris, em 1871, segundo Salluste, "Les Origines Secrètes du Bolchevisme".
(9) A pág. 102 da notável obra "Les temps de
la colère", Valéry-Radot chama as revoluções liberais da Europa, sem
exceção, "revoluções judaicas". Tem toda a razão. Senão vejamos: Na
"Iudische Rundschau", revista judaica, nº4, de 1920, o líder judeu
Dr. Caim Weissmann afirma categoricamente: "Nossa força construtiva se
transformará em força destrutiva e poremos o mundo inteiro em estado de
fermentação"
É preciso dizer mais alguma coisa?
Não há mais clara confirmação dos "Protocolos" pela pena de um
próprio judeu!O judeu Marcus Elias Ravage, num artigo do nº de janeiro de 1928
do "Century Magazine" assegura: "Tomai as três principais
revoluções dos tempos modernos, a revolução francesa, a norte-americana e a
russa. Serão outra coisa senão o triunfo da idéia judaica de justiça social,
política e econômica?"
Outra vez uma declaração sem comentários.
Recorramos ao judeu Bernard Lazare, no seu livro "L'Antisémitisme",
vol. I, pág. 247: "A Assembléia constituinte obedeceu ao espírito que a
guiava desde suas origens, quando a 27 de setembro de 1791, declarou que os
judeus gozariam em França dos direitos de cidadãos..." No vol. II,
pág.7-8, "Esse decreto estava preparado de longa data, preparado pelo
trabalho da comissão nomeada, pelos escritos de Lessing e Dohm, pelos de Mirabeau
e Gregoire. Era o resultado lógico dos esboços tentados desde alguns anos pelos
judeus e os filósofos. Mendelsohn, (o judeu Ben Moisés), na
Alemanha, fora seu promotor, e mais adiante, defensor. E foi em Berlim, nos
salões de Henriqueta de Lemos (judia de origem portuguesa), que Mirabeau
se inspirou no convívio de Dohm".
No mesmo volume, pág. 9: "A judiaria se reunia em Berlim com a mocidade
revolucionária alemã nos salões de H. de Lemos e de Raquel de Varnhagen (outra
judia)"
À pág. 48, Bernard Lazare completa suas magníficas revelações: "Antes de
tudo, a Revolução Francesa foi uma revolução econômica. Se pode ser considerada
o termo duma luta de classes, deve-se também ver nela o resultado duma luta
entre duas formas de capital, o capital imobiliário e o capital móvel, o
capital real e o capital industrial e agiota. Com a supremacia da nobreza
desapareceu a supremacia do capital rural, e a supremacia da burguesia permitiu
a supremacia do capital industrial e agiota. A emancipação do judeu está ligada
à história da preponderância desse capital industrial.
O caráter internacional e judaico da Revolução Francesa não escapou, há mais de
um século, à observação do cavalheiro de Malet, na sua obra "Recherches
historiques et politiques qui prouvent l'existence d'une secte révolutionnaire,
son antique origine, son organisation, ses moyens, ainsi que son but; et
devoilent entierèment l'unique cause de la Révolution Française", Paris,
edição Gide Fils, 1817. Eis o que ele diz: "Existe uma nação especial
que nasceu e cresceu nas trevas, no meio de todas as nações civilizadas,
com o fim de submetê-las todas ao seu domínio". (escrito em 1817!)
O imparcialíssimo Batault escreve à página 148 de seu livro já citado:
"Depois, veio a Revolução Francesa, que trouxe aos judeus sua emancipação
na França e a preparou ao estrangeiro." Daí as revoluções judaicas de
Valéry-Radot, confirmadas em Graetz, em "Histoire des Juifs", vide
págs. 418-421: "A revolução de 1848 trouxe novas melhoras à situação dos
judeus, tendo seu reflexo em Viena e Berlim, provocando a completa emancipação
dos judeus da Áustria e Alemanha; alguns mesmo foram eleitos deputados. Essa
revolução teve conseqüências favoráveis para eles até na Rússia e nos Estados
do Papa."
(10) "La litterature des pauvres dans la Bible", do escritor judeu
Isidoro Loeb, Paris, 1882, pág. 218: "Com ou sem o Rei-Messias, os judeus
serão como o centro da humanidade, em torno do qual se reunirão os
gentios, depois de sua conversão a Deus. A unidade da humanidade se fará pela
unidade religiosa"
(100% de acordo com os protocolos.)
(11) Para isso, os judeus atiçadores de revoluções não tem poupado o sangue dos cristãos. Vide as estatísticas das vítimas do terror na França, da Tcheka (**futura KGB**) na Rússia, de Bela-Kun na Hungria, das Astúrias, etc... Lede esta declaração do judeu bolchevista Lunatcharsky: "Nós amamos o ódio! devemos pregar o ódio. Só por ele poderemos conquistar o mundo."
CAPÍTULO
IV
Resumo.- As diversas fases duma república. A franco-maçonaria externa. A liberdade e a fé. A concorrência internacional do comércio e da indústria. O papel da especulação. O culto do ouro.
Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A franco-maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios ; o plano de ação dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público.
A própria liberdade poderia ser inofensiva e
existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos, se repousasse nos princípios
da crença em Deus, na fraternidade humana, fora da idéia de igualdade
contrariada pelas próprias leis da criação , que estabelecem a subordinação.Com
tal fé, o povo se deixaria governar pela tutela das paróquias e marcharia
humilde e tranqüilo sob a direção de seu pastor espiritual, submetido à
distribuição divina dos bens deste mundo. Eis porque é preciso que destruamos a
fé, que arranquemos do espírito dos cristãos o próprio princípio da Divindade e
do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas necessidades
materiais (2).
Para que os espíritos dos cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é
necessário distraí-los pela indústria e pelo comércio. Desse modo, todas as
nações procurarão suas vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses, não
notarão o inimigo comum. Mas para que a liberdade possa, assim, desagregar e
destruir completamente a sociedade dos cristãos, é preciso fazer da
especulação(3) a base da indústria. Desta forma, nenhuma das riquezas que a
indústria tirar da terra ficará nas mãos dos industriais, mas serão sorvidas
pela especulação, isto é, cairão nas nossas burras.
A luta ardente pela supremacia, os choques da vida econômica criarão e já
criaram sociedades desencantadas, frias e sem coração.Essas sociedades terão
uma profunda repugnância pela política superior e pela religião. Seu único guia
será o cálculo, isto é, o ouro, pelo qual terão verdadeiro culto (4), por causa
dos bens materiais que pode proporcionar. Então, as classes baixas dos cristãos
nos seguirão em nossa luta contra a classe inteligente dos cristãos no poder,
nossos concorrentes, não para fazer o bem, nem mesmo para adquirir a riqueza,
mas simplesmente por ódio dos privilegiados.
Notas e comentários
(1) Kadmi-Cohen, "Nômades", págs. 152,153: "De modo geral, por
toda a parte, os judeus são republicanos. A república, que tende ao
nivelamento, foi sempre uma de suas mais caras aspirações." - "Seu
ódio de toda autoridade dinástica ou pessoal, seu sincero amor das instituições
republicanas, sua repulsa por toda injustiça acham sua explicação no
unitarismo, ideal de sua raça." Ótimo! República para os outros se
esfacelarem; autocracia para o seu domínio...
(2)Por isso, declara E. Fleg. na "Antologie Juive", pág. 261: "O judaísmo orienta-se unicamente para o futuro terrestre." Por isso, numa conferência sob o patrocínio da loja La Parfaite Union, de Mulhouse (França) a 26 de maio de 1927, dizia o maçom senador Bréhier: "Durante dois séculos, nossa mais perigosa inimiga foi a Igreja". Por isso o judaísmo e a Igreja, segundo Kadmi-Cohen, em "Nômades", pág. 181: "São dois contrários, duas antinomias, dois blocos que se defrontam". Por isso o "Rituel du 33ème. degré du Grand Orient de France" declara: "Aniquilar o catolicismo contra o qual todos os meios são bons".
(3) Diz o judeu Kadmi-Cohen, "Nômades",
págs. 88-89 "Tudo no semita é especulação, de idéias ou de
negócios, e, sob este último aspecto, que hino vigoroso não canta ele à
glorificação do interesse terrestre!"
Batault diz em "Le problème juif", pág.39: "Na finança, tudo se
concentrou em algumas mãos invisíveis, tudo se trama no silêncio e na noite.
Cúmplices e solidários, os autores são secretos e discretos. O instrumento são
as operações anônimas da bolsa; compra e venda, venda e compra. Sob ações invisíveis,
os pratos da balança do Destino oscilam.Contra a autoridade tirânica, contra o
domínio do Econômico, é possível achar armas - o coração dos homens e a alma
dos povos, mas deixam-nas enferrujar na bainha..."
(4) O culto do ouro pelo judeu começa na Bíblia,
com a adoração do Bezerro fundido por Aarão. Desde a mais alta antiguidade, o
judeu cultiva e manobra o ouro. Por que razão os judeus intentaram um processo
ao pretor Flaccus? (**Época do Império Romano**) Respondia Cícero, seu
advogado, no "Pro Flacco": "Vendo que o ouro era, por conta
dos judeus, exportado todos os anos da Itália e de todas as províncias
para Jerusalém, Flaccus proibiu por um édito a saída do ouro da Ásia".
Bernard Lazare, "L'Antisémitisme", vol I, pág. 174: "A medida
que se avança, vê-se com efeito, crescer nos judeus a preocupação da riqueza e
toda sua atividade prática se concentrar em um comércio especial, refiro-me ao
comércio do ouro.". Pág,.187 : "O ouro deu aos judeus um poder que
todas as leis políticas e religiosas lhes recusavam... Detentores do ouro,
tornaram-se Senhores de seus Senhores..."
Jack London, em "Le peuple de l'Abime": "O ouro é o
passaporte do judeu".
CAPÍTULO V
Resumo.- Criação de forte concentração do governo. Os modos da franco-maçonaria se apoderar do poder. Por quê os Estados não conseguem entender-se. "Pre-eleição" dos judeus. O ouro é o motor de todos os mecanismos dos Estados. Os monopólios no comércio e na indústria. A importância da crítica. As instituições "como são vistas". Cansaço causado pelos discursos. Como tomar conta da opinião pública? A importância da iniciativa privada. O governo supremo.
QUE FORMA de administração se pode dar a
sociedades em que se por toda parte penetrou a corrupção , em que somente se
atinge a riqueza por meio de surpresas hábeis que são meias-velhacadas ; sociedades
em que reina a licença de costumes, em que a moralidade somente se agüenta por
causa dos castigos e leis austeras, não por princípios voluntariamente aceitos
; em que os sentimentos de Pátria e Religião, são abafados por crenças
cosmopolitas? Que forma de governo dar a essas sociedades se não a despótica,
que descreverei mais adiante? Regularemos mecanicamente todos os atos da vida
pública de nossos súditos por novas leis. Essas leis irão retomando uma a uma
todas as complacências e todas as liberdades demasiadas concedidas pelos
cristãos e nosso reinado se assinalará por um despotismo tão majestoso que
estará em condições, em qualquer tempo e lugar, de fazer calar os cristãos que
nos queiram fazer oposição e que estejam descontentes.
Dir-nos-ão que o despotismo a que me refiro não está de acordo com os
progressos modernos. Provarei o contrário.
Quando o povo considerava as pessoas reinantes como pura emanação da Vontade
Divina, se submetia sem murmurar ao absolutismo dos reis, porém desde o dia em
que lhe sugerimos a idéia de seus próprios direitos, considerou essas pessoas
como simples mortais. A Unção Divina caiu da cabeça dos reis, pois que lhe
arrancamos a crença em Deus; a autoridade passou para a rua, isto é, para um
logradouro público, e nós nos apoderamos dela.
Demais, a arte de governar as massas e os
indivíduos por meio de uma teoria e duma fraseologia habilmente combinadas
pelas regras da vida social e por outros meios engenhosos, dos quais os
cristãos nada percebem, faz também parte de nosso gênio administrativo, educado
na análise, na observação, em tais sutilezas de concepção que não encontram
rivais, pois que não há ninguém como nós para conceber planos de ação política
e de solidariedade. Somente os Jesuítas nos poderiam igualar nesse ponto, porém
nós conseguimos desacreditá-los aos olhos da plebe ignorante, porque eles
constituíam uma organização visível, enquanto que nós operávamos ocultamente
por meio de nossa organização secreta. Aliás, que importa ao mundo o amo que
vai ter? seja o chefe do catolicismo ou nosso déspota do sangue de Sião? Mas
para nós, que somos o povo eleito, a questão já não é indiferente.
Uma coligação universal dos (povos europeus) cristãos poderia dominar-nos por
algum tempo, porém estamos garantidos contra esse perigo pelas profundas
sementes de discórdia que já se não podem mais arrancar de seu coração.
Opusemos uns aos outros os cálculos individuais e nacionais dos cristãos, seus
ódios religiosos e étnicos, que há vinte séculos cultivamos. É por isso que nenhum
governo encontrará auxílio em parte alguma ; cada qual acreditará um acordo
contra nós desfavorável a seus próprios interesses. Somos muito fortes e é
preciso contar conosco. As potências não podem concluir o mais insignificante
acordo sem que nele tomemos parte.
Per me reges regnant - "por mim reinam os reis". Nossos profetas nos
disseram que fomos eleitos por Deus mesmo para governar a terra. Deus nos deu o
gênio, a fim de podermos levar a cabo esse problema. Embora surja um gênio
no campo oposto, poderá lutar contra nós, mas o recém-vindo não valerá o
velho habitante ; a luta entre nós será sem piedade e tal como nunca o mundo
presenciou. Além disso, os homens de gênio chegariam tarde.
Todas as engrenagens do mecanismo governamental dependem dum motor que está
em nossas mãos: esse motor é o ouro. A ciência da economia política,
inventada por nossos sábios, mostra-nos desde muito tempo o prestígio real do
ouro.
O capital, para ter liberdade de ação, deve obter o monopólio da indústria e do
comércio; é o que já vai realizando a nossa mão invisível em todas as partes do
mundo (1). Essa liberdade dará força política aos industriais e o povo lhe será
submetido. Importa mais, em nossos dias, desarmar os povos do que levá-los à
guerra ; importa mais servir as paixões incandescidas para nosso proveito do
que acalmá-las ; importa mais apoderar-se das idéias de outrem e comentá-las do
que bani-las.
O problema capital do nosso governo é enfraquecer o espírito público pela
crítica ; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão cria a
oposição ; distrair as forças do espírito, em vãs escaramuças de eloqüência.
Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as
palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das coisas e
raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas relativas à vida
social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições terão uma bela fachada,
que demonstrará eloqüentemente seus benefícios no que concerne ao progresso.
Nós nos apropriaremos da fisionomia de todos os partidos, de todas as
tendências e ensinaremos nossos oradores a falarem tanto que toda a gente se
cansará de ouvi-los.
Para tomar conta da opinião pública, é preciso torná-la perplexa, exprimindo de
diversos lados e tanto tempo tantas opiniões contraditórias que os cristãos
acabarão perdidos no seu labirinto e convencidos de que, em política, o melhor
é não ter opinião. São questões que a sociedade não deve conhecer. Só deve
conhecê-las quem a dirige. Eis o primeiro segredo. (2)
O segundo, necessário para governar com êxito, consiste em multiplicar de tal
modo os defeitos do povo, os hábitos, as paixões, as regras de viver em comum
que ninguém possa deslindar esse caos e que os homens acabem por não se
entenderem mais aos outros. Essa tática terá ainda como efeito lançar a
discórdia em todos os partidos, desunindo todas as forças coletivas que ainda
não queiram submeter-se a nós; ela desanimará qualquer iniciativa, mesmo
genial, e será mais poderosa do que os milhões de homens nos quais semeamos
divergências. Precisamos dirigir a educação das sociedades cristãs de modo tal
que suas mãos se abatam numa impotência desesperada diante de cada questão que
exija iniciativa.
O esforço que se exerce sob o regime da liberdade ilimitada é impotente, porque
vai de encontro aos esforços livres de outros. Daí nascem dolorosos conflitos
morais, decepções e insucessos. Fatigaremos tanto os cristãos com essa
liberdade que os obrigaremos a nos oferecerem um poder internacional, cuja
disposição será tal que poderá, sem as quebrar, englobar as forças de todos os
Estados do mundo e formar o Governo Supremo.
Em lugar dos governos atuais, poremos um espantalho que se denominará
Administração do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos os lados
como pinças e sua organização será tão colossal que todos os povos terão de se
lhe submeterem (3).
_______________Notas e comentários_______________
(1) G. Batault "Le probleme juif", págs. 40-41: "É
conveniente notar que foi um banqueiro judeu-inglês, o célebre economista David
Ricardo, filho de um judeu holandês, emigrado em Londres, em fins do século
XVIII, o inventor e o teorista duma concepção puramente econômica do mundo,
que, hoje, o domina quase todo. O mercantilismo político contemporâneo, os
negócios acima de tudo, os negócios considerados fim supremo dos esforços
humanos, provém diretamente de Ricardo. Demais, o fundador do socialismo
científico, o judeu-alemão Karl Marx, se colocou no próprio terreno de Ricardo,
para combatê-lo, aproveitando grande número de suas concepções, de seus
argumentos, de suas teorias e conclusões. O laço misterioso, a afinidade
secreta que unem, apesar de tudo, os mercantilistas e os negocistas puritanos
aos bolchevistas provém, em grande parte, de terem em comum, embora tirando
conclusões diferentes, a mesma concepção e a mesma visão do mundo, as quais são
produtos essencialmente semitas, saídos dos cérebros dos judeus Ricardo e Marx.
A concepção místico-judaica da humanidade é comum ao liberalismo puritano e ao
socialismo dito científico, do qual brotou o bolchevismo."
Por isso os judeus agem no mundo em dois pólos opostos, que completam, porém,
sua obra de desagregação da sociedades cristãs. O judeu Eberlin o reconhece na
pág. 51 de seu livro já citado: "O cosmopolitismo do agiota torna-se o
internacionalismo proletário e revolucionário". Diz Bernard Lazare que a
"alma do judeu é dupla; dum lado é o fundador do capitalismo industrial,
financeiro, agiota e especulador, colaborando para a centralização dos capitais
destinada a destruir a propriedade, a proletarizar os povos e a criar a
socialização; do outro, combate o capitalismo em nome do socialismo, isto é, da
socialização total." Pelos dois lados, os judeus atingem o mesmo fim.
Assim, segundo a opinião do mesmo Bernard Lazare, a Rothschild correspondem
Marx e Lasalle. O judeu Kadmi-Cohen é explícito quanto ao mesmo assunto,
escrevendo que Trotski e Rothschild "marcam as oscilações do pêndulo
judaico". (**Veja porque os comunistas tiveram a revolução de 1917 financiada
por banqueiros ocidentais...**) O plano está claramente delineado nos
"Protocolos". Só os cegos e os ignorantes ainda não o perceberam...
Há também quem não o queira perceber...
(2) Essa obra de despistamento é realizada sobretudo pela imprensa. Basta
reparar como certos jornais em consórcio ou associados manobram ou manipulam a
opinião pública em sentidos diversos, quando sua direção geral é única.
(3) Segundo o "Jewish Guardian" ("Sentinela Judaica") de 8
de outubro de 1920, o chefe sionista Dr. Caim Weissmann, declarou no discurso
com que saudou num banquete o rabino Herz: "A nós, seu Povo Eleito, Deus
deu o poder de nos espalharmos sem dano; o que para outros parece ser a nossa
fraqueza é, em verdade, nossa força, e, assim, atingimos ao Domínio Universal.
Só nos resta edificar sobre essa base." Não é possível ser mais claro!
Em sua obra, na pág. 99, Isidoro Loeb diz:"Os judeus tem tido esta alta
ambição de ver os gentios se agruparem em torno deles, e se unirem sob o nome
do verdadeiro Deus". A idéia vem do fundo dos séculos, acompanhando
a trajetória da raça. O filósofo judeu-alexandrino Philon escreveu no "In
Flaccum": "O castigo dos sofistas virá no dia em que o Império Judeu,
império da salvação, for estabelecido no mundo." Recorramos ainda ao
erudito israelita do "L'Antisémitisme", Bernard Lazare, no tomo I,
págs. 50-51: "Sem a lei, sem Israel, o mundo não existiria, Deus o faria
voltar ao nada; e o mundo somente conhecerá a felicidade quando submetido ao
império universal dessa lei, isto é, ao império dos judeus". Como
conseqüência disso, assegura B. Lazare: "Essa fé em sua predestinação, em
sua eleição, desenvolveu nos judeus um orgulho imenso. Passaram a considerar os
não-judeus com desprezo e mesmo com ódio" (Tomo I, pág.52) (** Basta
ver o que está escrito no Talmud. Veja o que falam sobre os não-judeus**)
O imparcial Batault, referenda essas afirmações judaicas: "Os judeus
perduram, assim, através da miragem da idade do ouro, da era nova, dos tempos
messiânicos, em que o mundo viverá em alegria e paz, submetido a Iavé,
escravizado pela lei, sob a direção sacerdotal, eleito pela Eternidade,
amadurecido pela experiência, à espera dessa hora única." ("Le
probleme juif", pág. 104). "O sonho internacionalista do judeu é a
unificação do mundo pela lei judaica, sob a direção e domínio do povo
sacerdotal" (pág. 155)
É de estarrecer a coincidência constante entre o espírito do judaísmo,
confessado pelos próprios judeus, e o texto dos "Protocolos". Como
duvidar de sua autenticidade diante dessa confrontação e da realização
do que nele se profetiza?
CAPÍTULO VI
Resumo.- Os monopólios ; as fortunas dos cristãos dependem desses monopólios. A aristocracia privada de riqueza territorial.O comércio, a indústria e a especulação. O luxo. A alta do salário e o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade. A anarquia e a embriaguez. O sentido secreto da propaganda das teorias econômicas.
_______________Notas e comentários_______________
(1) O que se passou no mundo moderno, depois do
aparecimento dos "Protocolos" autentica o plano judaico. Como
poderiam adivinhar? Os monopólios, os trustes, os cartéis, os açambarcamentos
multiplicaram-se por toda a parte e os jogos financeiros devoraram os créditos
de todos os Estados. Basta ler o formidável e documentadíssimo livro "La
fin du capitalisme", de Fernand Fried, com prefácio do judeu Daniel
Halévy, Edição Bernard Grasset, Paris, 1932, para verificar como as
idéias-dinheiro criaram o capital e quais seus resultados: distribuição
desigual de rendas e oligarquias financeiras, a tragédia das massas, o
socialismo, o marxismo, a crise, a paralisia e o endividamento dos Estados,
tudo o que decorre dos "Protocolos"...
(2) Esta parte do plano tem sido visibilíssima. Basta observar como por toda a
parte, sem o menor estudo sério das realidades e condições locais, se grita
contra o latifúndio, e, ao menor surto revolucionário, se trata de distribuir
as terras.Examine-se o aumento constante dos impostos sobre os bens de raiz em
qualquer nação do mundo e se ficará assombrado da maneira como o
judaísmo-maçônico sugere aos legisladores e governantes todas as medidas que
deseja por em prática. Fernand Fried, tratando da crise moderna (**de 1929**),
diz, por ignorar a questão judaica (?), que nela, crise, "não há erro, mas
fatalidade". Com efeito, o plano oculto é tão diabólico que se transformou
para os povos cristãos num novo destino.
(3) Tudo o que aí está: separação dos interesses da indústria e do comércio dos
interesses da terra, estiolamento e garroteamento da agricultura, especulação,
luxo desbragado, tudo isso temos visto e estamos vendo.
(4) É o círculo vicioso de que fala F. Fried, op. cit. pág.122 : "Vemos,
na economia mundial, que se defrontam, não só a oferta e a procura paralisadas,
sem esperança de se tornarem a equilibrar; mas também, dum lado, os camponeses
empobrecidos, incapazes de adquirir objetos manufaturados, máquinas e
utensílios; do outro, as massas operárias tão empobrecidas que não podem mais
satisfazer suas necessidades indiretas de matérias primas. Tanto menos o
camponês compra trabalho quanto mais a produção da indústria diminui,
aumentando o número de fábricas fechadas e de desempregados, e os operários
compram em menor quantidade de pão ao camponês. E o ciclo recomeça... O sistema
está num beco sem saída. Os depósitos, as salas das fábricas sem vida, os
exércitos de desempregados crescerão ainda, incharão e chegaremos a morte pelo
congelamento da economia mundial..."
Já os créditos estão na maioria congelados, o que é significativo (**entre 1929
e 1936**)
O texto dos "Protocolos" data de 30 anos (**hoje de 100 anos, e
continua sendo seguido a risca**); é o traçado maldoso do plano. O texto de
Fried data de 5 anos: é a verificação inocente dos resultados do plano.
(5) Nos países de grandes massas camponesas, sobretudo, os judeus se entregam
ao comércio das bebidas alcoólicas, propagando com rara habilidade o vício da embriaguês.
(** Veja quem são os donos da gigantesca Seagram...**) Segundo o judeu Bernard
Lazare, em "L'Antisémitisme", vol II, pág. 23, na Romênia, como
aliás, na Rússia, "eles arrematavam o monopólio da venda das bebidas
alcoólicas..." Idem, pág. 24: "pela lei de 1856, foi-lhes retirado o
direito de vender bebidas alcoólicas". Em 1887, Calixto de Wolski escrevia
em "La Russie Juive", pág. 55, que os judeus tinham obtido, na
Rússia, "o direito de venda de aguardente nos botequins das pequenas
cidades e dos campos, onde, para eles, a arte de embrutecer os camponeses pela
embriaguês, o abuso e a propaganda das bebidas alcoólicas se tornou a mais
produtiva das especulações.""
(**conforme os protocolos: degenerar os povos cristãos ao mesmo tempo que se
eleva explorando pelos vícios deles e acumulando riquezas através dessa
indústria lucrativa do vício...**)
Na Europa Oriental, havia mesmo uma designação própria para os judeus que se
ocupavam da venda de bebidas alcoólicas: eram os felatakim.
Assim, desta vez, os "Protocolos" comprovam uma ação a que os judeus
já se vinham entregando e continuam a entregar-se.
CAPÍTULO VII
Resumo.- Porque é preciso aumentar os armamentos. Fermentações, discórdias e ódios no mundo inteiro. Coação da oposição dos cristãos pelas guerras e pela guerra geral. O segredo é o penhor do êxito na política. A imprensa e a opinião pública. Os canhões americanos, japoneses e chineses.
O AUMENTO dos armamentos e do pessoal da polícia
é um complemento imprescindível do plano que estamos expondo. É preciso que não
haja mais, em todos os Estados, além de nós, senão massas de proletários,
alguns milionários que nos sejam dedicados, policiais e soldados (1).
Em toda a Europa, bem como nos outros continentes, devemos suscitar agitações,
discórdias e ódios. O proveito é duplo. Dum lado, manteremos, assim, em
respeito todos os países, que saberão que poderemos, à nossa vontade, provocar
a desordem ou restabelecer a ordem : todos esses países se habituarão, pois, a
nos considerar como um fardo necessário. Do outro, nossas intrigas embrulharão
todos os fios que estenderemos nos gabinetes governamentais por meio da
política, dos contratos econômicos e dos compromissos financeiros. Para atingir
nosso fim, precisaremos dar prova de grande astúcia no decurso dos
entendimentos e negociações ; mas no que se chama "a linguagem oficial",
seguiremos uma tática oposta, parecendo honestos e conciliadores. De tal modo,
os povos e os governos cristãos, que acostumamos a olhar somente a face do que
lhe apresentamos, mais uma vez nos tomarão com benfeitores e salvadores da
humanidade. A qualquer oposição, deveremos estar em condições de fazer declarar
guerra pelos vizinhos da nação que ousar criar-nos embaraços (2); e, se esses
próprios vizinhos se lembrarem de se aliar contra nós, devemos repeli-los por
meio duma guerra geral.
O mais seguro caminho do êxito em política é o segredo de todas as empresas (e
intenções); a palavra do diplomata não deve concordar com seus atos.
Devemos obrigar os governos cristãos a obrar de acordo com este plano, que
amplamente concebemos e que já está chegando à sua meta . A opinião pública
ajudar-nos-á, essa opinião pública que o "grande poder", a imprensa,
secretamente já pôs em nossas mãos. Com efeito, com poucas exceções, que não
tem importância, a imprensa está toda em nossa dependência. Em uma palavra,
para resumir nosso sistema de coação dos governos cristãos da Europa, faremos
ver a um nossa força por meio de atentados, isto é, pelo terror; a todos, se
todos se revoltarem contra nós, responderemos com os canhões americanos,
chineses e japoneses (3).
_______________Notas e Comentários_______________
CAPÍTULO VIII
Resumo. - Uso equívoco do direito teórico. Os colaboradores do regime franco-maçon. Escolas particulares e de educação superior inteiramente particular. Economistas e milionários. A quem se deve confiar os postos de responsabilidade no governo.
DEVEMOS apropriar-nos de todos os instrumentos de
que nossos adversários possam empregar contra nós.
Devemos buscar nas sutilezas e delicadezas da língua jurídica uma justificação
para o caso em que tenhamos de pronunciar sentenças que possam parecer muito
ousadas e injustas, porque é mister exprimir essas sentenças em termos que
tenham a aparência de ser máximas morais muito elevadas, conservando seu
caráter legal (1). Nosso regime deve rodear-se de todas as forças da
civilização, no meio das quais deverá obrar. Rodear-se-á de publicistas,
jurisconsultos experientes, administradores, diplomatas, enfim, homens
preparados por uma educação superior especial em escolas especiais. Esses
homens conhecerão todos os segredos da existência social, todas as linguagens
formadas de letras ou de termos políticos, todos os bastidores da natureza
humana, todas as cordas sensíveis que deverão saber tocar. Essas cordas são o
feitio do espírito dos cristãos, suas tendências, seus defeitos, seus vícios e
suas qualidades, suas particularidades de classe ou condição. Fica bem
entendido que esses colaboradores de gênio do nosso governo não serão tomados
entre os cristãos, habituados a fazer seu trabalho administrativo sem cuidar de
sua utilidade. Os administradores cristãos assinam papéis sem ler ; servem por
interesse ou por ambição.
Rodearemos nosso governo por uma multidão de economistas. Eis porque as
ciências econômicas são as mais importantes a serem ensinadas aos judeus.
Rodear-nos-emos duma plêiade de banqueiros, industriais, capitalistas, e
sobretudo milionários, porque, em suma, tudo será decidido pelas cifras.
Durante certo tempo, até o momento em que não houver mais perigo em confiar os
postos de responsabilidade de nossos Estados a nossos irmãos judeus,
confia-los-emos a indivíduos cujo passado e cujo caráter sejam tais que haja um
abismo entre eles e o povo, a homens tais que, em caso de desobediência as nossas
ordens, não lhe reste outra coisa a esperar senão a condenação ou o exílio, a
fim de que defendam nossos interesses até o derradeiro alento (2).
_______________Notas e Comentários_______________
(1) O culto do jurista, sobretudo do hermeneuta,
na sociedade moderna, é resultado da propaganda judaica. Destina-se à criação
desses juristas ocos e pretensiosos que servem, às vezes inconscientemente, a
Israel e as sociedades secretas para irem subindo na vida. Os judeus tem de
usar o direito teórico contra os cristãos, porque entre eles o nosso direito
não tem curso e valia. Os judeus possuem um código de leis secreto que se
denomina "Schulam Aruch", isto é, "A mesa servida", tirado
do Talmud no século XVI pelo rabino José Auaro. A primeira edição foi feita em
Veneza, em 1565. A segunda, revista, comentada e corrigida, pelo rabino Moses
Isserles, se imprimiu em Cracóvia, em 1573. Os judeus ocultam e negam a
existência desse código. Johann Andreas Eisenmenger, no século XVIII, Henrique
George Loewe e João di Pauli, no século XIX, fizeram traduções que logo
desapareceram de circulação. O Dr. Briman, que, sob o pseudônimo de Justus,
publicou no "Der Iudenspiegel" ("O espelho judaico") alguns
trechos do "Schulan Aruch", sofreu terríveis perseguições, que
terminaram em retumbante processo.
Esse código não reconhece direito algum aos cristãos, nem de propriedade, nem
de família; nega-lhes a faculdade de dar testemunho e permite que o judeu o
roube e espolie. No "Stocken ha mischpath", 2,1, declara que o
Beth-Dine pode condenar à morte, quando julgar isso oportuno, "mesmo se o
crime não merecer a pena de morte".
Cf. Icher, "Der Iudenspiegel in dichte der Harhbeit"; Henri
Ellenberger, "Manuel d'Histoire", Tomo XVI; V. Dangen, "La loi
sécrète juive"; Fara, "Le Schoulan Arouch", in "La libre
parole", nº11, novembro de 1934.
(Nota para os dias atuais: note como o
judeu distorce os conceitos a seu favor: classificam como propaganda de ódio
toda crítica a seu respeito; usam e abusam de rótulos como
"anti-semita", "racista" e "nazista" a qualquer
um que se oponha a eles, de maneira covarde e difamatória. Porém agem dessa
mesma maneira, ou também não é ódio o que eles promovem quando fazem propaganda
anti-européia, especialmente anti-alemã? Toda difamação de um povo, para sempre,
também não é ódio? Todos os filmes que fazem contra os alemães não é ódio
também? Quando elementos como Daniel Goldhagen expressam "pérolas"
como "o mau gene alemão", isso não é propaganda de ódio, calúnia e
difamação???julgue você mesmo...)
(2) Eis porque aqueles que não conhecem os bastidores dos governos não podem compreender que só se escolham para os altos cargos indivíduos sem moral e sem dignidade. Os outros não servem a Israel. São afastados.
CAPÍTULO IX
Resumo.- Aplicação dos princípios maçônicos para refazer a educação dos povos. A palavra de ordem franco-maçônica. Importância do anti-judaísmo. As ditadura da franco-maçonaria. O terror. Aqueles que servem à franco-maçonaria. A força "inteligente" e a força cega dos reinos cristãos. Comunhão do poder com o povo. A arbitrariedade liberal. Usurpação da instrução e da educação. Interpretação das leis. Os metropolitanos.
NA APLICAÇÃO de nossos princípios, prestai
atenção ao caráter do povo no meio do qual vos encontrardes e obrardes; uma
aplicação geral e uniforme desses princípios, antes de refazermos a educação
geral do povo, não logrará êxito. Mas aplicando-os prudentemente, vereis que se
não passarão dez anos para se transformar o caráter mais obstinado e para que
contemos mais um povo em nossa dependência.
Quando nosso reinado chegar, substituiremos nossa palavra de ordem - Liberdade,
Igualdade e Fraternidade - não por outra palavra de ordem, porém pelas mesmas
palavras transformadas em idéias ; diremos: "direito à liberdade",
"dever de igualdade" e "ideal de fraternidade"... Agarremos
o touro pelos chifres... De fato, já destruímos todos os governos, exceto o
nosso, embora haja ainda muitos governos de direito (1). Nos dias que correm,
se alguns Estados levantam protestos contra nós, fazem-no pro-forma, e por
nossa ordem, porque seu anti-judaísmo nos é necessário para governar nossos
irmãos menores. Não vos explicarei isso mais claramente, porque esse assunto já
foi tratado em nossos entendimentos.
Na realidade, não há mais obstáculos à nossa frente. Nosso Governo Supremo está
em condições extra-legais que é conveniente denominar com um termo forte e
enérgico: ditadura. Posso afirmar conscientemente que somos atualmente
legisladores; pronunciamos as sentenças da justiça, condenamos à morte e
perdoamos; estamos como chefes de nossas tropas montados no cavalo do general
comandante. Governaremos com mão firme, porque nos apoderamos dos restos dum
partido outrora forte e hoje submetido por nós. Temos nas mãos ambições
desmedidas, muita avidez ardente, vinganças sem piedade. ódios e rancores (2).
De nós promana o terror que tudo invade (3). Temos a nosso serviço homens de
todas as opiniões, de todas as doutrinas ; restauradores de monarquias,
demagogos, socialistas e comunistas (4) e toda a sorte de utopistas ; atrelamos
o mundo inteiro ao nosso carro: cada qual mina de seu lado os derradeiros
restos do poder, esforçando-se por derrubar tudo o que ainda se mantém de pé.
Todos os Estados sofrem com essas perturbações, pedem calma e estão dispostos a
tudo sacrificar pela paz; mas nós não lhes daremos a paz, enquanto não
reconhecerem nosso Governo Supremo, abertamente e humildemente.
O povo se pôs a gritar que é necessário resolver a questão social por meio dum
acordo internacional. A divisão do povo em partidos pôs todos esses partidos à
nossa disposição, porque para sustentar sua luta de emulação é preciso dinheiro
e nós é que temos todo o dinheiro.
Poderíamos recear a aliança da força inteligente das pessoas reinantes com a
força cega do povo, mas tomamos todas as medidas possíveis contra essa
eventualidade: entre essas duas forças erguemos a parede do medo recíproco.
Deste modo, a força cega do povo é nosso apoio e seremos os únicos a guiá-la;
saberemos dirigi-la com segurança para os nossos fins.
A fim de que a mão do cego não possa repelir a nossa direção, devemos estar de
tempos em tempos em comunicação direta com ele, senão pessoalmente, pelo menos
por meio de nossos mais fiéis irmãos. Quando formos um poder reconhecido,
conversaremos nós mesmos com o povo nas praças públicas e o instruiremos sobre
as questões políticas, no sentido que julgamos necessário.
Como verificar o que lhe for ensinado nas escolas de aldeia? O que disser o
enviado do governo ou a própria pessoa reinante não poderá deixar de ser logo
conhecido em todo o Estado, porque será depressa espalhado pela voz do povo.
Para não destruir prematuramente instituições dos cristãos, temos tocado nelas
com habilidade, tomando em nossas mãos as molas de seu mecanismo. Essas molas
estavam dispostas numa ordem severa, mas justa ; substituímo-la pela
arbitrariedade desordenada. Tocamos na jurisdição, as eleições, na imprensa, na
liberdade individual, e, sobretudo, na instrução e na educação, que são as
pedras angulares da existência livre.
Mistificamos, embrutecemos e corrompemos a mocidade cristã por meio duma
educação fundada em princípios e teorias que sabemos falsos e que são
inspirados por nós. (5)
Por cima das leis existentes, sem mudá-las de
modo essencial, porém somente as desfigurando por interpretações
contraditórias, obtivemos resultados prodigiosos. Esses resultados manifestaram-se
ao princípio em comentários que mascararam as leis e, em seguida, completamente
as esconderam dos olhos dos governos incapazes de se orientarem numa legislação
embrulhada. (6)
Daí a teoria do tribunal da consciência. Dizeis que se rebelarão de armas em
punho contra nós, se, antes de tempo, ou tarde, se aperceberem da manobra, mas
nesse caso, nos países ocidentais, lançaremos mão duma manobra tão terrível que
as almas mais corajosas tremerão: os metropolitanos já estarão construídos em
todas as capitais e fa-los-emos ir pelos ares com todas as organizações e
documentos de todos os Estados (7).
__________Notas e Comentários__________
(1) Diz E. Eberlin em seu livro "Les
Juifs", pág. 201: "Quanto mais uma revolução é radical, mais
liberdade e igualdade resultam para os judeus. Toda nova corrente de progresso
consolida a posição dos judeus."
B. Lazare, "L'Antisémitisme", vol II, pág. 17: "... a
assimilação legal acabou na França, em 1830, quando Lafitte fez inscrever o
culto judeu no orçamento. Era o desabamento definitivo do Estado Cristão,
embora o Estado Leigo ainda não estivesse completamente constituído. Em 1839, o
derradeiro vestígio das antigas separações entre judeus e cristãos desapareceu
com a abolição do juramento More Judaico. A assimilação moral não foi
assim tão completa." Idem, pág. 54: "Os israelitas deveram sua
emancipação a um movimento filosófico coincidindo ( é muita
coincidência! ) com um movimento econômico e não a abolição das prevenções
seculares que existiam contra eles". Idem, pág 21-22: "Somente em
1848 os israelitas austríacos se tornaram cidadãos . Na mesma época, sua
emancipação se fez na Alemanha, na Grécia, na Suécia, na Dinamarca. De novo, os
judeus deveram sua independência ao espírito revolucionário, que, mais uma vez,
vinha da França.
Ewerbeck, em "Qu'est ce que la Bible?", Paris, 1850, págs. 628-660,
traduz estes trechos de Karl Marx num artigo sobre Bruno Bauer: "O judeu
trabalha em prol da idéia emancipadora universal... A emancipação judaica, na
sua extrema significação, é a emancipação da humanidade dos laços que o
judaísmo lhe impôs..."
(2) Cf. Polzer Hodlizt, "Kaiser Karl", Viena, 1929, págs. 302, 385,
palavras atribuídas a Anatole France : "A democracia não tem coração nem
entranhas. A serviço das forças do Ouro é sem piedade e desumana!"
Está conforme...
CAPÍTULO X
Resumo.- A força das coisas na política. A "genialidade" da baixeza.O que promete o golpe de Estado franco-maçônico.O sufrágio universal. A estima de si mesmo.Os chefes dos franco-maçons.O guia genial da franco-maçonaria. As instituições e suas funções. O veneno do liberalismo. A constituição é a escola das discórdias de partidos. A era republicana.Os presidentes são criaturas da franco-maçonaria. Responsabilidade dos presidentes. O "Panamá". O papel da Câmara dos Deputados e do Presidente.A franco-maçonaria é uma força legislativa.A nova constituição republicana. Passagem para a "autocracia" franco-maçônica. Momento da proclamação do "rei universal". Inoculação de doenças e outros malefícios da franco-maçonaria.
COMEÇO AGORA repetindo o que já disse e peço-vos
que vos lembreis que os governos e os povos somente vêem a aparência das
cousas.E como poderiam deslindar seu sentido íntimo, se seus representantes
pensam, acima de tudo, em se divertirem? Importa muito para nossa política
conhecer esse pormenor ; ser-nos-á de grande auxílio, quando passarmos à
discussão da divisão do poder, da liberdade de palavra, de imprensa, de
consciência, do direito de associação, da igualdade em face da lei, da
inviolabilidade da propriedade, da habitação, do imposto, da força retroativa
das leis. Todas essas questões são de tal natureza que nunca se deve tocar
nelas direta e claramente diante do povo.No caso em que for necessário
abordá-las, é preciso não as enumerar, porém declarar em bloco que os
princípios do direito moderno serão reconhecidos por nós. A importância dessa
reticência consiste no seguinte: um princípio não especificado deixa-nos a
liberdade de excluir isto ou aquilo,sem que dêem pela cousa, enquanto que,
enumerando, temos que aceitar o que for enumerado sem reserva.
O povo tem um amor especial e uma grande estima pelos gênios políticos e
responde a todos os atos de violência com as palavras:"É um canalha, bem
canalha, mas que habilidade!...Foi uma esperteza, mas bem feita, e como é
insolente!"
Contamos atrair todas as nações para a construção dum novo edifício
fundamental, cujo plano traçamos (1). Eis porque precisamos, antes de tudo,
fazer provisão de audácia e presença de espírito, qualidades que, na pessoa de
nossos atores destruirão todos os obstáculos que se anteponham em nosso
caminho. Quando tivermos dado o nosso golpe de Estado, diremos aos povos:
"Tudo ia horrivelmente mal, todos sofreram mais do que aquilo que se pode
suportar. Destruímos as causas de vossos tormentos, as nacionalidades, as
fronteiras, as diversidades de moedas. Sem dúvida, tendes a liberdade de nos
jurar obediência, mas podeis fazê-lo com justiça antes de experimentardes o que
vos damos?"...Então eles nos exaltarão e carregarão em triunfo com um
entusiasmo unânime de esperanças. O sufrágio universal que criamos para ser o
instrumento de nossa elevação(2) e ao qual habituamos as mais ínfimas unidades
de todos os membros da humanidade pelas reuniões de grupos e pelos conchavos,
desempenhará pela última vez seu papel para exprimir o unânime desejo de a
humanidade em nos conhecer de mais perto antes de nos julgar.
Para isso, precisamos levar toda a gente ao sufrágio universal, sem distinção
de classe e de censo eleitoral, a fim de estabelecer o despotismo da maioria
que não se pode obter das classes censitárias inteligentes. Tendo, assim,
habituado toda a gente a idéia de seu próprio valor, destruiremos a importância
da família cristã e seu valor educativo(3), deixaremos que se produzam
individualidades que a multidão, guiada por nós, não permitirá que se faça
notar, nem mesmo que fale; estará acostumada a ouvir somente a nós, que lhe
pagamos sua obediência e atenção. Desta sorte, faremos do povo uma força tão
cega que, em toda a parte, só se poderá mover guiada pelos nossos agentes,
postos em lugar de seus chefes naturais. Submeter-se-á a esse regime, porque
saberá