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Nas ruas... povo
carente...
crianças que choram...
até rolam pelo chão,
sentindo a fome de amor...
sentindo a fome de pão.
Nossas terras?
Não são plácidas!
Viraram palcos de guerra...
Povo plácido é o que clama...
que grita pedindo sua terra.
Nosso sol sem raios fúlgidos...
é um sol sem liberdade...
ofuscou-se entre o sangue
que corre no Universo,
e nos chãos de todas cidades.
Nossos campos...
Nossos bosques já sem vida, sem amores....
Pois estão matando a terra
que em seu seio produzia mais amores.
Pátria... És sim amada!
Não por todos és idolatrada,
Pois enquanto alguns têm tudo...
Ó Pátria querida e amada!
O teu povo?
Não tem nada!
Socorrinha Castro / florzinh@
www.socorrinhacastro.com.br
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